Arquivo de abril \02\UTC 2012

Seguindo

Queixo em riste, cabeça ao alto, olhos focados

A estrada permanece amena, sem movimento, sugando minh’alma
Certo, talvez, caminho sem saber, não vendo o asfalto, punhos ao alto

Em meu peito o calor do viver, a luta de cada dia, mesmo à calma
Os trocados, ausentes, sumidos, furtados

Os outros, à beira, nítidos, encaram o caminhar, dúbios do objeto
Apenas sigo, ausente, focado, cabeça ao alto,

coração me movimenta, impedindo-me a estaticidade.

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