Arquivo de novembro \18\UTC 2011

Seguro

Seguro suas mãos como extensão de meu
Próprio, amor… o seu.
Não seleto, porém juro, pura
Que deleitarei enquanto eu,
Em seu respirar, quando insegura,
Envolverei-te, livrarei-te do breu.

Falta-me o ver de suas asas, porém,
assim que sua íris vejo, auréola sumona
não sei se do além, outrem,
minha vida abona, à tona,

Seguro meu bem à cama, abraço
e na mente o pensamento voa,
assim como na memória, o faço
‘eu te amo’ digo, ela se coroa.

Minha princesa, nosso castelo,
formado de amor… um belo império.

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